Sabotando a Bíblia

Igreja Católica Romana (ICR) afirma que nos deu a Bíblia. Contudo, pelo que veremos a seguir, essa afirmação não tem qualquer respaldo histórico nos dias de hoje.

Velho Testamento (VT) foi escrito pelos profetas, patriarcas, salmistas, juízes e reis inspirados por Deus. Ele foi fielmente copiado e preservado pelos escribas judeus. O VT das modernas Bíblias protestantes contém os mesmos livros da Bíblia hebraica.

Novo Testamento (NT) foi escrito pelos apóstolos cristãos. Nenhum deles era católico, simplesmente porque nesse tempo a ICR ainda não existia. Mais de dois séculos se passaram, antes da “conversão” de Constantino e da formação da ICR, em 314 d.C. (Ver o capítulo “Was the Early Church Roman Catholic?” – A Igreja Primitiva Era Católica Romana?)

A Igreja Primitiva não possuía o Novo Testamento conforme o conhecemos hoje. Em vez disso, as pessoas e as congregações locais tinham apenas porções do mesmo. Eles tinham uma ou mais partes dos Evangelhos, algumas cartas escritas pelos apóstolos e talvez o Livro de Atos e o Livro de Apocalipse. Por que todos esses livros não estavam reunidos em um mesmo lugar? Vejam o que dizem os próprios livros. Apóstolos individuais os escreveram para específicas audiências.

O Evangelho de Lucas e o Livro de Atos foram escritos para Teófilo (Lucas 1:3 e Atos 1:1). A maior parte das epístolas foi escrita para determinadas igrejas ou pessoas. (Romanos 1:7; 1 Coríntios 1:2; 2 Coríntios 1:1; Gálatas 1:2; Efésios 1:1; Colossenses 1:2; 1 Tessalonicenses 1:1; 2 Tessalonicenses 1:1; 1 Timóteo 1:2; 2 Timóteo 1:2; Tito 1:4; Filemom 1:1-2 e 3 João 1:1).

Os cristãos primitivos esperavam que Jesus voltasse a qualquer momento para a Sua igreja. Por isso eles não viam necessidade alguma de planejamentos a longo prazo para as futuras gerações. Além disso, eles eram perseguidos pelos romanos. Como suas vidas estavam em constante perigo, tornava-se difícil coletar os escritos que estavam dispersos por todo o Império Romano. Desse modo, foi necessário algum tempo para que esses escritos fossem reunidos, a fim de que houvesse um consenso sobre quais os que detinham autoridade e com eles fazer a coleção completa da Sagrada Escritura.

No tempo de Orígenes (185-254 d.C.) houve um consenso geral sobre a maior parte do Novo Testamento. Contudo houve uma discordância quanto ao fato das seis epístolas seguintes fazerem parte do Novo Testamento: Hebreus, Tiago, 2 Pedro, 2 e 3 João e Judas. Isso aconteceu 60 anos antes da “conversão” do Imperador Constantino e o início da ICR (1).

        O Concílio de Cartago foi convocado em 397 d.C. Nesse tempo já existia um consenso geral quando aos livros que deveriam pertencer ao Novo Testamento. O Concílio fez uma lista desses livros, descrevendo os livros que já haviam sido aceitos como Escritura Sagrada. Em outras palavras, o Concílio de Cartago não criou o cânon do Novo Testamento. Em vez disso, ele descreveu os livros que já haviam sido aceitos como Escritura autorizada,  tendo apenas confirmado o cânon já existente (2).

A ICR não nos deu a Bíblia. Mesmo assim, os monges católicos ajudaram a conservá-la, copiando-a. A ICR conservou a Bíblia em Latim. Isso evitou que as pessoas a lessem em sua própria língua.  A maioria das pessoas desconhecia o Latim. Desse modo, precisavam depender dos sacerdotes católicos para ler e também explicar-lhes a Bíblia. Eles não tinham como conferir o que os padres lhes ensinavam contrariando a Sagrada Escritura.

A ICR mudou a Bíblia. Em 1584, o Concílio de Trento [ainda em pleno vigor] anexou à Bíblia os livros apócrifos, os quais contêm passagens que seriam usadas, a fim de justificar algumas doutrinas católicas [antibíblicas], como por exemplo, a oração em favor dos mortos (Os livros apócrifos serão discutidos no final deste capítulo).

Conservando a Bíblia em Latim – Sob o governo romano, o Latim se tornou a língua universal. Então, quando a Bíblia foi originalmente traduzida do Grego e do Hebraico para o Latim, isso a tornou mais acessível às pessoas. Contudo, após o colapso do Império Romano, o Latim passou a ser falado cada vez menos. Com o passar do tempo, somente os eruditos o entendiam e a grande maioria do povo já não falava essa língua.

A partir de 1080, houve muitos casos em que os papas, os concílios da ICR e os bispos proibiram a tradução da Bíblia na linguagem do povo comum. Aos homens e mulheres leigos foi proibido ler a Bíblia em sua própria língua, a não ser que um bispo ou um inquisidor lho permitissem por escrito (3).

Em 1517, sete pessoas forma queimadas na estaca porque estavam ensinando seus filhos a recitarem a Oração do Senhor [o Pai Nosso] em Inglês. Em 1536, William Tyndale foi queimado como herege por ter traduzido a Bíblia para o Inglês. Em 1555, Thomas Rogers e Thomas Crammer foram queimados na estaca por terem traduzido a Bíblia. Muitos homens e mulheres foram também queimados por lerem a tradução  inglesa da Bíblia (4). Aos leigos não era permitido ler a  Bíblia,  nem mesmo em Latim. Isso era considerado heresia e muitos homens e mulheres foram queimados na estaca por causa  disso (5).

         O povo tinha tanta fome de saber o que a Bíblia dizia que, quando finalmente uma tradução da mesma foi disponibilizada, multidões lotaram a igreja onde ela estava guardada. Homens faziam turnos para ler a Bíblia em voz alta. Logo que o dia clareava,  esses homens liam o Livro em voz alta, enquanto as multidões escutavam.

Às voltas com o Latim – Quando me tornei católica, a missa ainda era rezada em Latim. Eu conhecia um pouco de Latim por tê-lo estudado durante três anos no colégio. Durante a missa solene, porções da Bíblia eram lidas. A Bíblia era um livro grande e enfeitado. O sacerdote a cobria de incenso, ajoelhava-se diante dela, cantando alguns versos em canto gregoriano.

A música era bonita e a cerimônia, impressionante! Contudo, eu não conseguia entender os versos que eram lidos. Com os meus três anos de Latim colegial, às vezes eu até conseguia entender uma ou outra frase ou palavra, mas isso não me possibilitava entender as passagens da Escritura… Por que Deus nos deu a Bíblia?  Para que as pessoas a leiam e sejam por elas transformadas.

Traduzindo a Bíblia – A primeira tradução inglesa da Bíblia foi feita em 1382 pelos seguidores de John  Wycliffe, com a sua ajuda e inspiração. Uma versão melhorada foi concluída  em 1388. Os seguidores de Wycliffe eram conhecidos como “lolardos” e foram severamente perseguidos. A tradução de Wycliffe foi feita à mão, num processo demorado. A maior parte das cópias da Bíblia inglesa foi destruída (7).

Depois de um século e meio, em 1535, a Bíblia Tyndale/Coverdale foi publicada. William Tyndale e o Bispo Coverdale traduziram os textos dos originais  grego e hebraico para o Inglês. Sua Bíblia foi publicada na Alemanha, onde Tyndale havia se refugiado. A imprensa acabava de ser inventada. Isso possibilitou Tyndale e seus seguidores a produzirem cópias da Bíblia inglesa mais depressa do que elas eram destruídas. Tyndale foi queimado na estaca (8).

Quarenta e sete anos mais tarde (1582), a primeira tradução católica do Novo Testamento em Inglês foi publicada. A tradução católica do VT foi publicada em 1609. Essas traduções não foram feitas do original grego e hebraico, mas da versão latina da Bíblia (9).

Condenando as Sociedades Bíblicas – Em 1846 e novamente em 1849, o Papa Pio IX declarou oficialmente que as sociedades bíblicas eram “enganosos inimigos” da ICR e da humanidade em geral. Por que? Porque elas traduziram a Bíblia na língua do povo comum e oferecem Bíblias a todas as pessoas que desejarem possuí-la.  No dia 03/09/2000, o Papa Pio IX foi beatificado. Este é o último passo para a canonização (10).

Em 1864, Pio IX declarou oficialmente que a idéia do povo ter liberdade de consciência e adoração era “insana”, “maligna”, “depravada” e réproba”. Ele também declarou que os não católicos que vivem em países católicos deveriam ser impedidos de praticar publicamente a sua religião.  Em 1888, o Papa Leão XIII declarou que a liberdade de pensamento e de religião era errada (11).

         Conforme a doutrina católica da Infalibilidade (do papa e da Igreja) essas declarações são infalíveis (12). Desse modo, jamais poderão ser invalidadas. Uma história que não é tão antiga; meus tataravós ainda eram vivos em 1864.

Adicionando a tradição à Escritura – A ICR declara oficialmente que a Tradição Católica em a mesma autoridade da Bíblia (13).

É difícil definir a Tradição. O Catecismo da Igreja Católica diz que ela é o conjunto de expressões de adoração e crenças do povo católico (14). Mas o que significa isso? As crenças religiosas dos católicos modernos são muito diferentes das crenças dos católicos da Idade Média. (Vocês conhecem alguns católicos usando relíquias, a fim de exorcizar demônios ou pagando indulgências para retirar algum ente amado do Purgatório?) Mesmo assim, a definição católica de Tradição engloba todas essas crenças e práticas.

Vamos resumir o que acontece aos modernos católicos americanos. Conheço católicos que acreditam piamente que se usarem o escapulário marrom o tempo inteiro (até mesmo no banho), isso os levará ao céu. Por outro lado, sei de outros católicos que acham isso uma superstição tola. Usar as piedosas práticas do povo católico como padrão é o mesmo que medir as coisas com uma fita elástica. Jesus censurou os fariseus porque eles colocavam a tradição acima da Escritura, dizendo que eles anulavam a Palavra de Deus por causa da tradição:

“Em vão, porém, me honram, Ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens; como o lavar dos jarros e dos copos; e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas. E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição” (Marcos 7:7-9).

“Invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas” (Marcos 7:13).

“Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim. Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens” (Mateus 15:8-9).

O Apóstolo Paulo também não tinha muita consideração pelas tradições humanas. Ele admoestou os cristãos do seu tempo:

“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Colossenses 2:8).

Proibindo as pessoas de interpretarem a Bíblia sozinhas –  Conforme o Catecismo da Igreja Católica, os católicos são obrigados a aceitar a maneira como os bispos interpretam as passagens da Escritura, devendo aceitar esses ensinos “com docilidade”, como se procedessem do próprio Senhor Jesus Cristo. Em outras palavras, não lhes é permitido crer no que leem na Bíblia, sem antes conferir com a ICR. Não lhes é permitido usar o próprio julgamento nem seguir a própria consciência. São obrigados a crer em tudo que os bispos ensinam, sem questionar coisa alguma (15). Tal atitude é exemplificada pela declaração feita pelo Cardeal Hosius, no Concílio de Trento (1545-1564 – ainda em pleno vigor). Ele escreveu que fora da autoridade da ICR, a Bíblia não deveria ter mais importância do que as fábulas de Esopo (16).

Os Livros Apócrifos – Os Apócrifos são livros acoplados às Bíblias católicas, mas não às protestantes. Eles nunca fizeram parte da Bíblia hebraica, pois os judeus jamais os consideraram canônicos. Em 1548, o Concílio de Trento declarou que os Apócrifos são canônicos e amaldiçoou qualquer pessoa que pensar de outro modo (17).

Jesus e os apóstolos citaram centenas de vezes o VT, porém jamais trataram os Apócrifos como autoridadeOs próprios Apócrifos jamais admitiram ser a Palavra de Deus. Os livros de Tobias e Judite contêm sérias inverdades históricas (18, 19).

         [Nota da Tradutora: Aqui a autora faz um resumo do Livro de Tobias, que achei por bem não traduzir e aconselho aos leitores a leitura integral desse livro, onde irão encontrar uma boa porcentagem de misticismo e inverdades].

Isso parece Escritura inspirada? Será que este livro revela o caráter e a natureza de Deus e Sua maneira de lidar com o Seu povo? Este livro inspiraria alguém a conhecer melhor o nosso Deus? Ele dá algum tipo de força e coragem para alguém se tornar um cristão fiel? Se este livro fosse anexado à nossa Bíblia, será que ele iria aumentar a nossa confiança nela? Ele poderia ajudar a crer na inerrância e autoridade da Escritura? Será que ele aumentaria o nosso desejo de ler a Bíblia?

A ICR e a Bíblia – Foi Deus quem nos deu a Bíblia… Não a ICR!!! Esta tem agido sempre de maneira dobre com relação à Bíblia. Por um lado, os monges católicos ajudaram a conservá-la, quando a copiaram na Idade Média. Por outro lado, a ICR conservou a Bíblia em Latim e ainda mandava queimar os eruditos que a traduziam para a língua do povo comum. Além disso, ela acrescentou os livros Apócrifos à Bíblia.

Conforme o Catecismo da Igreja Católica, os católicos não podem interpretar a Bíblia sozinhos, devendo aceitar “com docilidade” tudo que os seus bispos lhes disserem. Desse modo, a ICR trata a Bíblia como se ela fosse perigosa demais para o povo comum, exigindo que a interpretação da mesma passe pelo crivo das doutrinas e explicações oficiais da ICR.

A Bíblia é um tesouro de inestimável valor – Moro na América, onde as Bíblias são abundantes e baratas. É fácil consegui-las de graça. Contudo, no exato momento em que você está lendo este capítulo, existem cristãos arriscando suas vidas para levar a Bíblia às pessoas. O Ministério Portas Abertas tem intermediários que se arriscam diariamente, a fim de contrabandear Bíblias para dentro dos países onde os cristãos são perseguidos. Recentemente eu soube de um homem que foi condenado à morte por ter dado a Bíblia a um muçulmano.

Homens e mulheres custearam com o próprio sangue a possibilidade de termos a Bíblia hoje em nossas mãos. William Tyndale foi queimado na estaca por tê-la traduzido para o Inglês. Homens foram queimados na estaca por terem ensinado aos filhos a Oração do Senhor (O Pai Nosso) em Inglês. Homens e mulheres foram queimados na estaca por possuírem uma tradução inglesa da Bíblia. Jamais poderemos avaliar o preço que foi pago para que tivéssemos a Bíblia em nossa língua materna e hoje em dia podermos ler a mesma sem temor algum.

Aqui está o que dizem os Salmos sobre a Bíblia. Quando você ler os termos: “A lei do Senhor”, “O testemunho do Senhor”, “Os julgamentos do Senhor”, lembre-se que estes são termos do VT para a Palavra de Deus escrita.

Que Deus nos dê esse tipo de paixão pela Sua Palavra. Vejam quanto amor, lealdade e gratidão nas seguintes passagens da Escritura:

Salmos 19:7-11: “A lei do SENHOR é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do SENHOR é fiel, e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro, e ilumina os olhos. O temor do SENHOR é limpo, e permanece eternamente; os juízos do SENHOR são verdadeiros e justos juntamente. Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o licor dos favos. Também por eles é admoestado o teu servo; e em os guardar há grande recompensa”.

Salmos 1:1-3: “BEM-AVENTURADO o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.

Salmos 119:9-16: “Com que purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra. Com todo o meu coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos. Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti. Bendito és tu, ó SENHOR; ensina-me os teus estatutos. Com os meus lábios declarei todos os juízos da tua boca. Folguei tanto no caminho dos teus testemunhos, como em todas as riquezas. Meditarei nos teus preceitos, e terei respeito aos teus caminhos. Recrear-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra”.

Salmos 119:89-93: “Para sempre, ó SENHOR, a tua palavra permanece no céu. A tua fidelidade dura de geração em geração; tu firmaste a terra, e ela permanece firme. Eles continuam até ao dia de hoje, segundo as tuas ordenações; porque todos são teus servos. Se a tua lei não fora toda a minha recreação, há muito que pereceria na minha aflição. Nunca me esquecerei dos teus preceitos; pois por eles me tens vivificado”.

Salmos 119:165: “Muita paz têm os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço”.

Conforme a Concordância Strong, a palavra “tropeço” no Salmos 119:165,  significa impedimento ou pedra de tropeço. É algo que arruína as pessoas e as leva a cair. Então,  conforme este verso, quando amamos a Palavra de Deus, ela nos traz paz e nos protege da tentação e da destruição.

A Bíblia é sem dúvida um tesouro de valor inestimável!

Aplicação Prática – Todos nós devemos ser gratos a Deus porque Ele nos deu a Bíblia. Devemos também ser gratos aos homens heroicos que a tornaram disponível em nossa língua.

Quem desejar fazer uma coisa prática para demonstrar a sua gratidão a Deus, que ajude o Ministério Portas Abertas a distribuir Bíblias aos cristãos perseguidos. (Hoje em dia estão acontecendo mais perseguições do que se possam imaginar). Quem desejar entrar em contato com o Ministério Portas Abertas, que use o endereço eletrônico: http://www.opendoorsusa.org.

Você pode orar pelos irmãos perseguidos em Cristo e pedir que Deus os ajude a conseguir Bíblias. Em alguns países, existem pastores que jamais tiveram uma Bíblia na mão. Existem heroicos mártires modernos que conhecem apenas alguns versos da Escritura e talvez apenas um hino ou cântico de adoração.

Por Mary Ann  Collins – Ex-Freira Católica

Traduzido por Mary Schultze, em 13/01/2007

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