Maior denominação luterana dos Estados Unidos defende inclusão de gays

Documento da igreja diz que “cada um de nós é um filho amado de Deus, maravilhosamente criado, exatamente como somos”. A Igreja Evangélica Luterana da América, maior denominação luterana dos Estados Unidos, decidiu se render a agenda LGBT e distribuiu um guia sobre questões relacionadas ao tema, argumentando que a Bíblia apoia a inclusão de todas as pessoas em todas as esferas da igreja.

Com 3,4 milhões de membros batizados e 1,4% da população que se identifica como luterano, de acordo com a Pew Research, a denominação causou polêmica ao lançar a “Introdução Luterana à Orientação Sexual, Identidade de Gênero e Expressão de Gênero”.

O documento defende “a total acolhida, inclusão e equidade de lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, homossexuais, intersexuais e luteranos assexuais (LGBTQIA +) em todos os aspectos da vida de sua Igreja, congregações e comunidade”.

No texto, os membros são orientados a usar o espectro “SOGIE (orientação sexual, identidade e expressão de gênero)” onde pede aos seus membros que “evitem usar termos de gênero” quando tiverem dúvidas sobre como receber uma pessoa da LGBT.

Há definições para usar termos que coincidem com “gênero, sexo”, “pansexual”, “gênero não conforme” e “andrógino”, afirmando que o objetivo é honrar a “parte essencial e autêntica” daqueles que não são “cisgênero”.

Ao concluir as orientações, o documento afirma que “cada um de nós é um filho amado de Deus, maravilhosamente criado, exatamente como somos”.

Apesar de a Bíblia condenar o comportamento homossexual, a Igreja Luterana da América defende a aceitação.

Por Michael Caceres

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