Escolas estão “reprogramando” as crianças, impondo ideologia de gênero, alerta especialista

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“O efeito a médio prazo é estabelecer uma mentalidade coletiva”, explica Stella Morabito. Uma ex-profissional de serviços de inteligência está alertando que as escolas estão começando a adotar uma ação coordenada com o objetivo de confinar o livre pensamento e estabelecer como regra o politicamente correto e a ideologia do gênero.

Durante sua palestra no encontro do Conselho de Pesquisa Familiar em Washington, EUA, Stella Morabito, abordou como a agenda educacional da maior parte das Américas tem em comum questões que não eram sequer imaginadas alguns anos atrás.

Historiadora da União Soviética e especialista em análise de mídia, Morabito vem escrevendo há anos sobre como a persuasão da Elite visando a construção de uma sociedade politicamente correta é fundamental para a “centralização de poder e controle”.

“Aprendizagem social e emocional”, explicou ela, “está se tornando dominante nas políticas de educação pública e, se não for controlada, resultará em um pensamento padronizado, exigindo a conformidade das crianças com as bases do politicamente correto de nossos dias. Em outras palavras, é uma operação maciça de doutrinamento patrocinada, em larga escala, pelo Estado e destinada a controlar as pessoas, especialmente as crianças, estabelecendo como devem ver o mundo e se relacionar com as pessoas”.

Em sua apresentação, Morabito mostrou vídeos de especialistas opinando sobre por que esse tipo de educação é necessária. O mantra atual da pedagogia parecer ser que essa é a única maneira que as crianças vão adquirir “habilidades para a vida” e elas serão “automotivadas”.

“O efeito a médio prazo é estabelecer uma mentalidade coletiva”, explicou Morabito. Passando a mostrar como o conteúdo acadêmico sobre qualquer assunto parece ser menos importante que a filosofia por trás disso, uma vez que as crianças podem acessar a internet e aprender quase tudo sozinhas hoje em dia.

Ela destaca que a ênfase dominante é estabelecer como as crianças serão “conscientizadas”, terão “as emoções reguladas”, e poderão “tomar decisões responsáveis” a partir do que lhes é apresentado em sala de aula.

Segundo Morabito, grande parte dos conteúdos que fazem parte de diretrizes educacionais surgiram do plano de Educação do presidente Barack Obama e chegaram até a ONU. Entre os temas mais explorados estão a defesa do globalismo social e econômico e os direitos LGBT, com ênfase no transgenderismo.

A especialista acredita que em muitos lugares as pessoas responsáveis pelas tomadas de decisões caíram na armadilha do “pensamento utópico”, que por natureza é sempre coletivista. Essa filosofia desconsidera o indivíduo em prol da construção de um mundo mecânico previsível que exige controle das massas, essencialmente programando-os desde cedo sobre o que eles podem e não podem dizer.

Destacou que, separar a sociedade em pequenos grupos e fazer com que esses grupos se digladiem entre si é fundamental para o projeto de destruição da identidade humana.  Morabito explicou também que, embora haja mudanças na aplicação, toda a base dessa forma de pedagogia vem da teórica do Direito e filósofa Política de Martha Fineman. Entre seus principais ensinamentos é que o reconhecimento estatal da instituição do casamento deveria ser abolido e que os padrões de comportamento (incluindo o sexual) deveriam ser “regulados pelas interações entre todos os membros da sociedade”.

Ela aponta como bons exemplos dessa linha a insistente presença das questões de linguagem inclusiva, que em último caso, andam de mãos dadas com a ideologia de gênero.

“Usar palavras e pronomes que não correspondem ao seu sexo biológico desestabiliza o pensamento pois mina completamente toda a estrutura de nossa linguagem”, enfatizou. “Quando um idioma é revisto, aspectos da conversação são substituídas por reflexos emocionais condicionados que criam uma mentalidade monolítica, que não permite diferenças de pensamento”.

A especialista demonstrou ainda que a manipulação da linguagem “através da imposição da neblina semântica tornou-se uma poderosa ferramenta para transformar os alunos em seres autocensurados, irracionais e facilmente controláveis.

Por Jarbas Aragão

Com informações de Christian Post

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