Novela salve Jorge

NOVELA SALVE JORGE 2

COMO NÃO SER UMA MULHER COMO JEZABEL E SER PRECIOSA COMO UM FINO RUBI

Descobri a razão pela qual a Logomarca da Novela “Salve um tal de Jorge” ter duas pedras de Rubis lado à lado. É que a Bíblia compara a mulher virtuosa como a de um fino Rubi veja:

“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor excede ao de finos Rubis.” Provérbios 31:10

O Rubí pode ser mais caro do que um diamante mais puro porque é uma pedra preciosa vermelha, uma variedade do mineral corindon (óxido de alumínio) cuja cor é causada principalmente pela presença de crômio. Os rubis naturais são excepcionalmente raros, mas produzem-se rubis sintéticos que são comparativamente baratos. Assim como podemos comparar o preço de uma mulher vulgar que se vende por qualquer preço são comparadas a um Rubi artificial.

A cor vermelha do Rubi é comparado ao valor incomparável do preço que Jesus pagou pela igreja derramando seu precioso sangue por ela.

“Sou a mulher mais cara do mundo, Jesus nos comprou com o seu Sangue”. Isso significa que não estamos à venda pois já fomos compradas por um preço mais alto jamais pago: O SANGUE DE JESUS.

Obviamente o único objetivo do diabo ao criar essa novela é espiritual para que a mulher seja mais uma vez endeusada pela serpente como fez com Eva no Jardim do Éden. É o espírito de Jezabel agindo e veja porque:

O ministério tríplice do homem: Rei Sacerdote e Profeta.

1- Quando o homem não reina em casa a mulher vai reinar.

2- Quando o homem não é sacerdote a mulher vai ser sacerdotisa.
3- Quando o homem não é profeta, a mulher é profetisa no lugar dele.

De caráter matriarcal ela diz se superior ao homem. Jezabel jamais se submeteria a nenhum homem. É uma feminista convicta. Deus não é matriarcal, Deus é patriarcal. Jezabel é um espírito, é uma entidade que tem um corpo que opera em conjunto e por isso, não se trata de um só demônio, mas legiões atuando em um mesmo propósito que são uma das manifestações de Satanás, uma influência de demônios operando em conjunto. O de destruir famílias, ministérios e a igreja. Temos que ter em mente que o espírito que produziu (atuava em Jezabel), já existia antes de ela ter nascido. Esse espírito não tem sexo, e por ter se manifestado tão fortemente através dessa mulher, ficou conhecido pelo seu nome Jezabel que espalhou a idolatria em todo o Israel. Poderosa, astuciosa e arrogante, opôs-se ativamente a Deus mesmo tendo provas indiscutíveis de sua soberania. Foi a pior rainha de Israel e uma das mulheres mais infames da Bíblia. O seu nome é sinônimo de perversidade. Jezabel significa sem coabitação, recusa criar laços, unir-se. Ela jamais se submeteu a unir-se com o seu marido. Porém usa o sexo para dominá-lo. Como o sexo para ela é sinônimo de perversão, Acabe era escravo das suas perversões sexuais. Ele fazia tudo o que ela queria para não perder os prazeres que ela lhe premiava subjugando-o ao mais baixo nível de servidão. Ele preferia ser humilhado a perder o prazer. Acabe era o rei, mas era ela quem reinava. Poder e controle eram seus objetivos e Baal era o seu Deus. Ela serviu como exemplo para todos eternamente do que uma esposa não deve ser.
Neste período, o palácio transformou-se em antro de luxúria, malandragem, excessos e vícios sexuais. Tudo com a participação do rei Acabe, da rainha Jezabel e dos profetas e sacerdotisas de Baal e Astarote. O paganismo de Jezabel unia prostituição e homossexualismo com religiosidade, o sexo anal e todo tipo de orgias sexuais. Acredito que já naquela época ela vivia um tipo de casamento aberto com Acabe. Ninguém era fiel a ninguém e os dois sabiam das traições um do outro. Esta é uma das principais razões pelas quais Jezabel é conhecida como prostituta. E na verdade o era, entretanto, uma das prostitutas cultuais de Baal. É impossível desassociar o culto pagão ao casal herogâmico Baal e Astarote da prostituição sagrada, da falolatria, dos sacrifícios de crianças, das ervas alucinógenas, feitiçaria entre outros desvios (2 Reis 9.22). Ela se servia dos alucinógenos dos feiticeiros, pois era uma sacerdotisa de Baal. E, segundo a tradição fenícia e canaanita, o rei e a rainha eram elementos indispensáveis nessas festividades, pois a presença deles assegurava o favor das divindades cultuadas. A rainha Jezabel incitava o rei Acabe para fazer o que era “mau aos olhos do Senhor”, (1 Reis 21.25).

Pequeno texto extraído do meu livro:

“Os Dez Selos de Jezabel e o Olho de Hórus”

Por: Pastora Wilma Ribeiro.

Veja a outra matéria do blog, no link:

http://robertodedeus.com/portal/?p=1599

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